Visitante

Publicado em: 9 de Maio, 2026


Inundado o carpete de madeira, Espero a água descer. Tempestade aqui está, De dentro, sem parar. Então, na porta bate. A lua é sua coroa. A vela em sua mão, Trêmula, porém certeira, Ilumina o caminho banhado a barro Que só ele sabe onde dá. Descansando sua mão na porta, Gentilmente, ele aguarda. Porta trancada, não pode abrir. Mas a chave, sempre ali...
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